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sábado, 24 de julho de 2010

| O Que Eu Vi | Alguns Reviews Super Atrasados...

Enquanto eu tô de férias dos reviews, já que nenhuma série da mid season é boa o bastante, então resolvi postar esses antigos reviews de filmes que eu tinha guardado aqui há muuuito tempo. Lembra da seção O Que Eu Vi, onde cada mês eu falava um pouco dos filmes que tinha conferido? Então, desde Junho do ano passado eu não posto, mas tava escrevendo e guardando, até que passou tanto tempo que pensei que não valia mais a pena postar.

Mas, mudei de ideia agora, peguei alguns dos reviews de alguns dos filmes que vi lá em 2009. Agora finalmente vocês podem conferir o que eu achei. Talvez eu fale sobre os filmes que vi este ano, vai depender da minha boa vontade... rs

Trovão Tropical (Tropic Thunder, Eua, 2008)
Muita gente falou bem, muita gente falou mal, muitas opiniões diferentes. O lance é que eu adorei! Fora o 'excesso excessivo' (precisei errar pra dizer o quanto foi mesmo exagerado) de palavrões, é um filme realmente mt bom. Uma comédia de qualidade, com atuações realmente primorosas e a surpresa não só tem Ben Stiller como ator, mas tbém como diretor e mais surpreendente é ver que ele se saiu bem nas duas coisas! Mas, pra mim, Robert Downey Jr foi 'o cara'. Ele merecia todos os prêmios por essa atuação! Não só por fazer um australiano que 'vira' negro, mas pela forma que ele fez. Nem sei como explicar, aqueles 'olhos doidos', a voz grossa, insano! Destaque pra melhor cena do filme, onde ele e Ben Stiller travam um diálogo impagável! Mt bom!!! Jack Black tava meio apagado com relação aos outros atores e às participações especiais de Tom Cruise (MAS QUE BOCA SUJA!) e Matthew McConaughey (pequenos, mas bons momentos). Um desfile de astros que couberam perfeitamente na história de um grupo de atores que vai pro meio da floresta gravar um grandioso filme de guerra, mas os egos são tão grandes que o irado diretor os joga sozinhos na mata... só que ele não esperava se meter no meio de uma guerrilha de traficantes de drogas!! O pior é que os atores acham que é tudo parte do filme! É realmente mt divertido, mas uma comédia que precisa ser apreciada e não só serve pra cair na gargalhada. Ah, e atenção para os 'trailers' do começo que são mt bons e se puder, assista o filme com os comentários de Stiller, Downey Jr e Black, mt divertidos!! Robert Downey Jr até nos comentários atacou de Hank Lazarius! Hilário!

Direção: Ben Stiller
Com: Ben Stiller, Robert Downey Jr., Jack Black, Nick Nolte, Steve Coogan, Jay Baruchel

Kung Fu Panda (Eua, 2008)
Antes eu não ligava muito de ver animações dubladas, mas depois de descobrir que eles fazem primeiro as dublagens em inglês pra fazer o filme, comecei a perceber como tudo fica melhor legendado mesmo. Nesse caso então, quase tenho a impressão de que Jack Black está mesmo ali, fantasiado de panda! Perfeito na 'pele' do urso gordo que adora kung fu, apesar de não ter o menor jeito pra isso. Po é fanático pelos cinco furiosos, uns guerreiros que protegem a China de qualquer mal, mas não do pior deles, um vilão que ameaça fugir. Agora o mestre tem de escolher o novo protetor do povo e quem é que aparece na hora? Po! Nem ele mesmo acredita que seja capaz de lutar com um boneco de plástico, mt menos com um super vilão! E ele não tem apoio do seu mestre ranzinza, nem dos famosos cinco furiosos. Mas claro, aos poucos todos veem que Po tem muito mais a oferecer. É hilário Po aprendendo a lutar, ou simplesmente quase morrendo subindo todos os degraus da escadaria principal! E é tudo tão leve, divertido, que não é difícil de você querer rever o filme assim que ele acabar. Mas, aconselho a assistí-lo legendado, até porque não curti mt a voz do Lucio Mauro Filho.

Direção: Mark Osborne e John Stevenson
Com: Jack Black, Jackie Chan, Dustin Hoffman, Lucy Liu, Ian McShane, Dan Fogler, Angelina Jolie

Três Vezes Amor (Definitely, Maybe, EUA, 2007)

Ai que fofo! Assim que eu fiquei pensando quando acabei de ver esse filme, que me surpreendeu na sua doçura. Aí os meninos começam a pensar "eca, filme de menina!". Bem, é sim. rsrs Mas essa doçura a qual me refiro é mais relacionada a Ryan Reynolds, que mostrou uma grande atuação mesmo não me convencendo que pode ser o pai de Abigail Breslim ou que tenha quase quarenta anos. Enfim, na história ele tá se divorciando e tenta explicar a filha como foi que conheceu a mãe dela, mas faz uma brincadeira: mistura três histórias dele com três mulheres diferentes e assim, a menina teria de descobrir quais das moças é sua mãe. Eu francamente fiquei sem saber até os últimos minutos antes da revelação! rs Tirando os "problemas atemporais", e algumas complicações que esses filmes adoram botar, gostei bastante dele! Mt fofo, mt sensível, mt legal! E apesar de Reynolds não me convencer como pai da Abigail, os dois caíram muito bem juntos. Apesar do final clichê de sempre, vale ver.

Direção: Adam Brooks (roteiro em "Wimbledon - O jogo do amor")
Com: Ryan Reynolds, Isla Fisher, Elizabeth Banks, Rachel Weisz, Abigail Breslin, Kevin Kline
SOUNDTRACK*

De Repente é Amor (A Lot Like Love, EUA, 2005)
Depois de pensar muito, eu saquei qual era a desse filme: um novo 'Harry e Sally'! Mas, por mais que eu ache Ashton Kutcher um fofo e Amanda Peet uma boa atriz, 'Harry e Sally' se segura principalmente por seus protagonistas, que combinaram perfeitamente. Nesse caso, a beleza dos atores não foi o bastante. Começa lá quando estão na faixa dos 18, se conhecem num aeroporto e no avião eles transam e depois, cada um vai pro seu canto. Eles ainda se reencontram, falam de seus sonhos e combinam de se falarem dali a seis anos pra ver se tudo vai acontecer conforme o planejado. Nem chega a dar isso pra eles se veem novamente, e cada encontro a gente vê o que mudou na vida deles e como cada um vai amadurecendo até o ponto em que deixam de palhaçada pra ficarem juntos de vez. Ah, e passam os seis anos somando tudo. Enfim, é meio estranho, diálogos estranhos, o casal é bonito mas não combinou em nada, nadica. Talvez seja por isso que não deu muito certo. Esse foi um dos filmes que eu esperei tanto pra alugar, que vi na tv! rsrs

Direção: Nigel Cole ("Garotas do Calendário")
Com: Ashton Kutcher, Amanda Peet, Kathryn Hahn, Kal Penn, Aimee Garcia, Melissa van der Schyff, Ali Larter.
SOUNDTRACK*

Dias Incríveis (Old School, EUA, 2003)
Eu sempre via essa capa com a boneca de plástico na locadora mas nunca tinha parado pra ver quem tava no filme. Naquela época Will Ferrell e Vince Vaughn começavam a aparecer pro mundo e parece que esse filme os ajudou bastante. Francamente, eu se eu ri, nem me lembro. Não foi sem graça, só não é um tipo de humor que me faça rir, sei lá. Enfim, Luke Wilson termina com a namorada e vai morar na casa de um antigo professor, que fica perto de uma faculdade e seus amigos (principalmente Vince) resolvem fazer festas e tudo mais! Mas daí aparece um antigo desafeto que é o reitor da universidade e exige que eles saiam do local, mas os amigos descobrem que podem ficar lá se tiverem uma fraternidade e daí, juntam um grupo de alunos e até não alunos pra legalizar a coisa. Aí fica nisso deles fazendo de tudo pra serem aprovados, mas no meio disso Ferrell aparece pelado (pra variar), Ellen Pompeo (a Meredith Grey) é o par romântico de Wilson e Vaughn é o festeiro da turma. A única coisa legal desses filmes com esses atores é que por eles serem amigos na vida real, parece que fica mais fácil de enxergar isso no filme. Pra quem gosta da típica comédia americana que brasileiro não entende, fique à vontade.

Direção: Todd Phillips ("Se Beber, Não Case")
Com: Luke Wilson, Will Ferrell, Jeremy Piven, Ellen Pompeo, Juliette Lewis, Leah Remini

Operação Babá (The Pacifier, EUA, 2005)
Já virou mania os astros do cinema fortões se envolverem em alguma produção infanto juvenil, aonde ele possa mostrar sua 'sensibilidade' e tal. Dwayne Johnson, ou The Rock deu certo (gostei mt de 'Treinando o papai') e eu até que gostei de Arnold Swazzz.... (desisti de aprender esse nome!) em 'Um tira no jardim da infância'. Mas, nem todos conseguem tirar aquela coisa de homem-grande-que-dá-medo, principalmente quando não se é bom ator. Nesse caso se encaixa Vin Diesel, o cara que tem a mesma cara em todos os filmes e em todas as situações. Um filme de ação dele costuma ser bom, mas essa comédia da Disney... fiasco total! Ele é um militar (acho) que vai proteger uma família de um inventor que é ameaçada pelos assassinos do cara e pra isso, Vin vira um 'babá'. Seu jeito durão e disciplinador desagrada os mais velhos, mas logo ele vai achando um ponto em que pode ajudá-los e todo mundo vira melhores amigos. Lauren Graham (a lorelai gilmore) se mete nessa roubada, o que não contribui pra sua carreira fora da tv deslanchar. Enfim, é um filme muito ruim e acho que nem criança ri.

Direção: Adam Shankman ("Um Amor para Recordar", "Hairspray")
Com: Vin Diesel, Lauren Graham, Faith Ford, Brittany Snow, Max Thieriot, Chris Potter, Carol Kane

Marido por Acaso (Accidental Husband, Eua, 2008)
De cara eu já digo o motivo principal de eu ver esse filme: Jeffrey Dean Morgan. Depois da minha paixonite por causa de Grey's Anatomy, quero ver qualquer coisa que tenha ele (até Supernatural eu vi!). E ponto. Não gosto da Uma Thurman e não foi esse filme que fez eu mudar minha opinião. Uma tem um programa de rádio onde é conselheira amorosa e numa de suas ligações atendeu a noiva de Jeffrey, e a aconselhou a basicamente, largar o noivo! Ao saber o que ela fez, ele aceitou a proposta do sobrinho hacker de dar uma enlouquecida na vida da moça até então certinha, casando-se com ela (foi assustadoramente simples). Ao saber disso, ela não entende nada já que está pra casar com outro e vai tentar resolver as coisas sozinhas e o que poderia render uma história bacana, foi tão apressada que escorregou feio! Tudo bem que vários filmes românticos tem paixões simultâneas, mas acho que aqui faltou mesmo foi a química e só JDM pra salvar e me deixar ver até o final, porque é muito ruinzinho. Que desperdício. Mas como eu disse, foram 90 min de Jeffrey Dean e isso já me bastou!

Direção: Griffin Dunne ("A Lente do Amor")
Com: Uma Thurman, Colin Firth, Jeffrey Dean Morgan, Sam Shepard e Isabella Rossellini

Promessas de um cara de pau (Swing Vote, Eua, 2008)

Esse filme foi uma boa surpresa. Não dava nada por ele, mas acabou que ele é mesmo mt bacana. Kevin Costner mostrando que ainda pode fazer bons papéis. Que bom! Na história ele é um cara totalmente desleixado, que 'cuida' da filha semi-adolescente (que na verdade é quem cuida dele) e parece não se preocupar em mudar de vida, o que deixa a menina tão chateada que quando o pai esquece até de ir votar, ela resolve ir no lugar dele. Aí pronto. Por ela não ter conseguido terminar de votar, ficou como 'incompleto' e olha só, por culpa disso a eleição da presidência dos Estados Unidos ficou empatada! Daí por diante, os dois candidatos correm atrás do importante voto, justo do turrão que não liga pra nada na vida, e que agora vira o centro das atenções. Enfim, o legal do filme foi não colocar um candidato bonzinho versus um ambicioso, porque ambos usaram de várias fórmulas pra 'comprar' o voto. O filme escorrega nos clichês no final, mas ainda assim surpreende ao fugir de alguns outros. Bacana, vale ver.

Direção: Joshua Michael Stern
Com: Kevin Costner, Kelsey Grammer, Dennis Hopper, Paula Patton, Stanley Tucci, George Lopez

Motoqueiros Selvagens (Wild Hogs, Eua, 2007)
Outro filme que me surpreendeu. Eu já me iludi tanto com trailers, que ao ver esse eu não acreditava que ele realmente poderia me divertir, e me enganei, que bom! Tim Allen, John Travolta, Martin Lawrence e William H. Macy formam um grupo de amigos cinquentões que ida e volta largam suas vidas monótonas pra andarem com suas motos. Só que depois de perder tudo que tinha, o personagem de Travolta quer sair pela estrada em viagem com os amigos, mas é dificil convencer cada um deles a largar suas rotinas (por mais que sejam tediosas pra eles mesmos). Bem, já na estrada o quarteto topa com problema atrás de problema e o primeiro deles é por culpa de um conjunto de situações e um guarda florestal gay. Sério, hilário esse cara!!! Como se não bastasse isso, os amigos ainda tropeçam com uns motoqueiros realmente selvagens e que não gostam muito quando por culpa deles tem seu querido e adorado bar explodido (!!!). E o resto dessa história gera muitas risadas, mais situações improváveis e uma cena no final que me fez rir até não poder mais!

Direção: Walt Becker ("O Dono da Festa")
Com: Tim Allen, John Travolta, Martin Lawrence, William H. Macy, Marisa Tomei, Jill Hennessy e Ray Liotta

Segurando as pontas (Pineapple Express, Eua, 2008)
Quando um filme tem tudo pra ser bomba, dá medo de assistir. Mas aí vem a surpresa com uma comédia realmente muito boa e engraçada (algumas tentam, mas não são). Apesar de ter muitos palavrões, até que foi mais 'clean' pros meus ouvidos desta vez, até porque eu tava mais interessada em ver no que daria a história. Dale (Rogen) tá a fim de ficar doidão e vai até seu traficante particular, Saul (Franco), um cara que devia ter a palavra 'pirado' no sobrenome. Enfim, quando ele volta ao trabalho ele se depara com um assassinato! No desespero pra fugir sem ser visto (o que não acontece), ele larga um pouco de Pinneaple Express, que é a droga fornecida por um único traficante na região: Saul. Acaba que os dois tem de fugir dos capangas do assassino lá e é muito engraçado! Acho que a química entre esses dois foi o que fez o filme ser melhor! Ah, e atenção para um 'colega' dos fujões com pinta de 'imortal'! Difícil não rir, no final então, pior ainda! Uma boa pedida pra quem curte um besteirol de qualidade!

Direção: David Gordon Green ("Contra Corrente")
Com: Seth Rogen, James Franco, Danny McBride, Kevin Corrigan, Craig Robinson, Gary Cole, Amber Heard

sábado, 1 de agosto de 2009

| O Que Eu Vi | Maio

Super Super atrasada, mas antes tarde do que nunca né? No mês das noivas, vi muitos filmes de comédias românticas. Infelizmente, poucos ótimos e vários medianos. Teve dose tripla de Nicolas Cage e dois filmes quase iguais, com diferença de uma letrinha. Vc consegue sacar a brincadeira? rs. Bem, deixa pra lá e confira O Que Eu Vi no Mês de Maio, e assim que possível, os de Junho e Julho tbém!

Jogo de Amor em Las Vegas [What Happens in Vegas, EUA, 2008]

Tá aí dois atores carismáticos que eu tinha boas expectativas pra ver uma reunião e o melhor de tudo é que eu não me desapontei. Apesar da diferença de idades (Diaz é mais de cinco anos mais velha que Kutcher!), isso não influenciou em nada no filme. Os dois foram pra Las Vegas afogar suas mágoas (ele foi demitido pelo pai e ela foi largada pelo noivo) e acordaram casados! Cientes do problema, sabem o que fazer: o divórcio, claro. Até que ele resolve apostar a última moedinha dela numa máquina e ops, 3 milhões de dólares! Se ele tava crente que ficaria com tudo... ela deixou claro que não. Os dois não tiveram sorte ao bater de frente com um juiz (hilário!) revoltado que mandou eles ficarem casados por seis meses e assim dividirão a grana. Caso um desista, o outro fica com tudo. Pronto. Entramos na parte clichê das comédias românticas, mas como eu sempre digo, os atores fazem toda a diferença e nesse caso fizeram. Cameron e Ashton fazem de tudo pra destruir o outro (ela ensinando ele a baixar a tampa do vaso foi mt comédia!) e ficar com a grana toda mas não é nada fácil. Queen Latifah aparece um pouco (merecia mais) como a terapeuta do casal (uma das cenas mais hilárias foi Kutcher 'aos prantos'). Enfim, vc já imagina tudo o que vai acontecer: socos, pontapés, uma aproximação, uma mentira e felizes para sempre. Mas acreditem em mim, não cai na chatice não, é mt divertido. Ah, e ainda tem os amigos de cada um, mt bons tbém. Fazia tempo que eu não gostava tanto de um filme do gênero.

Com: Cameron Diaz, Ashton Kutcher, Lake Bell, Queen Latifah, Rob Corddry
Direção:
Tom Vaughan
P.S. recebeu duas indicações ao Framboesa de Ouro, nas categorias de Pior Atriz (Cameron Diaz) e Pior Dupla (Cameron Diaz e Ashton Kutcher). Totalmente injusto.
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Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor [Drillbit Taylor, EUA, 2008]
Depois de algumas comédias meio sem sal, até que eu gostei bastante desse filme do Owen Wilson. Tudo bem que o grande destaque nem foi ele, mas valeu mesmo assim. Dois garotos normais e nada populares só queriam se divertir no segundo grau, mas toparam com dois valentões insuportáveis que não se cansavam de zoar com eles de todas as formas possíveis. A dupla virou trio quando um cotoco de gente grudou neles depois de ter sido defendido dos outros. Cansados de serem sacos de pancadas (e essa é a coisa mais legal do filme, que tem garotos com cara de 15 anos e nem por isso economiza na porrada! Eles sofrem demais! rs) eles resolvem contratar um segurança e daí que entra Drilbilt Taylor. Na verdade, o cara é um espertalhão que quer roubar os meninos e só, mas claro, o filme não foge do clichê dele se envolvendo mais com os meninos. Mas o cara só faz pose de machão mesmo, na verdade é mais um covarde! As cenas dele 'ensinando' aos meninos como lutar foram hilárias, assim como os meninos treinando golpes um no outro! Não sei como o magrelo não quebrou!!! Super divertido e boa pedida pra todo mundo ver! E no final, podes crer, a porrada corre solta! rsrs

Com: Owen Wilson, Leslie Mann, Nate Hartley, Troy Gentile, Ian Roberts
Direção:
Steven Brill (A herança de Mr. Deeds)
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A Família do Futuro [Meet the Robinsons, EUA, 2007]
Eu não dava nada por esse filme, e mais uma vez mordi a língua. Apesar da animação não ser feita do tipo que eu mais gosto, sei lá, meio diferente, mas é bem legal esse filme, muito bacana mesmo. O garotinho principal fora abandonado pela mãe e cresceu gostando de inventar coisas, o que incomoda bastante seu pobre coleguinha de quarto. Ele se preparava bastante pra feira de ciências, quando um outro menino aparece dizendo ser do futuro e que tem alguém atrás de sua invenção. O loirinho não acredita e não vê quando o malvado sabota seu projeto, e fica achando que fez tudo errado, enfim, crise de identidade. Então, o tal menino do futuro resolve provar o que fala e o leva pra alguns anos a frente, na máquina do tempo, e diz que ele precisa recuperar seu projeto a todo custo. O loirinho que nunca teve família, adora ficar perto da do novo amigo, daí vem os Robinson. Mas, enquanto isso, o malvado tá rondando por aí com a máquina do tempo roubada e pronto pra executar seu plano de claro, dominar tudo. Mas, antes disso, o loirinho descobre várias coisas que nem imaginava e vê que tem que impedir o malvado antes que o futuro mude. Bem legal, mas não vou contar mais. rs

Com vozes de:
Angela Bassett, Tom Kenny, Paul Butcher, Zach Tyler, Jamie Cullum, Steve Zahn, Tom Selleck, Kelly Ripa
Direção:
Stephen J. Anderson (Irmão Urso)
P.S. baseado em livro de William Joyce, "Um Dia com Wilbur Robinson".
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A Lenda do Tesouro Perdido - Livro dos Segredos [National Treasure: Book of Secrets , EUA, 2007]
Depois de um primeiro filme super legal, cheio de mistério, quebra-cabeça e emoção, eu tinha impressão que não sentiria o mesmo quanto a esse. E surpresa! Eu não estava errada. Nicolas Cage volta com aquele assistente fofo e agora, tá separado da namorada do primeiro filme, mas ela ainda tá lá. Agora um cara aparece dizendo que o bisavô de Gates (Cage) foi um dos reponsáveis pela morte de Abraham Lincoln, por causa de uma página de um diário que ele tinha achado. Agora que o nome da família figou sujo, o pai de Gates ficou todo tristonho mas ele não desistiu e saiu pra provar que o bisavô era boa gente. Aaos poucos, ele vai encontrando pistas de que não só o bisavô tem nome limpo, mas tbém encontram pistas de uma Cidade do Ouro perdida há tempos, na verdade, ninguém acredita que exista, mas agora, Gates quer encontrá-la nem que pra isso, tenha que sequestrar o presidente dos Estados Unidos! Mas mal sabe ele que é seguido de perto pelo 'malvado' do filme, que até agora nem sei se era mesmo malvado, parecia, mas acho que nem ele mesmo sabia! rs Enfim, pra ter mais destaque eles colocaram até um pequeno (mas importante) papel pra Hellen Mirrem, e deram mais destaque a Jon Voight. Não é que seja de todo ruim, mas nem chegou perto do primeiro filme. Apesar disso, tudo indica que terá um terceiro um dia, ou eu nunca vou saber o que tem na bendita página 47 do Livro dos Presidentes. rsrs Vale ver o filme por causa dos quebra-cabeças e das ideias deles de entrarem nos locais mais impossíveis.

Com: Nicolas Cage, Diane Kruger, Justin Bartha, Ed Harris, Jon Voight, Hellen Mirren.
Direção:
Jon Turteltaub (A lenda do tesouro perdido, Enquanto você dormia)
P.S. recebeu duas indicações ao Framboesa de Ouro, nas categorias de Pior Ator (Nicolas Cage) e Pior Ator Coadjuvante (Jon Voight).
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Amor e Inocência [Becoming Jane, Inglaterra/EUA/Irlanda, 2007]
Ultimamente tenho desenvolvido uma grande admiriação pela autora inglesa Jane Austen, e sempre quis saber mais sobre sua vida e esse filme me ajudou bastante. Tá, parece que a história não é 100% verdadeira, nunca foi comprovada, apesar de ter sido baseada nas cartas que Jane mandou para a irmã, Cassandra. Bem, o lance é que a jovem Jane Austen vivia naquela época costumeira de seus romances, aonde a moça tinha que arrumar um marido rico pra ter futuro, porém, ela não tava mt interessanda num casamento sem amor e curtia mesmo é ficar escrevendo. Ao longo do filme, a história que toma vida é justamente de 'Orgulho e Preconceito'. Quando o tal de LaFroy, um cara que vive da grana do tio e sem responsabilidade, a opinião de Jane muda, os dois se apaixonam, mas rola as complicações: ele dependente, ela pobre. Bem, como se sabe, na vida real a autora nunca casou e morreu com pouco mais de quarenta anos. Conforme vai acontecendo as coisas na vida dela, ela põe no livro que escreve: tipo, a amizade entre Elizabeth e Jane tem tudo a ver com a de Jane e sua irmã; e eu acredito que o tal LeFroy seja o Mr. Wickham e um outro admirador de Jane que aparece, deve ser o Mr. Darcy. Enfim, pra não prolongar demais, toda essa experiência levou Jane Austen a escrever todos os lindos romances que ela fez, e mesmo que fossem complicados, ela sempre daria a eles um final feliz, mesmo que na vida real isso não aconteça sempre. Mt bacana, só não curti o casal McAvoy e Hathaway (achei ela meio presa).

Com: Anne Hathaway, James McAvoy, Julie Walters, James Cromwell, Maggie Smith
Direção:
Julian Jarrold (Kinky Boots - Fábrica dos Sonhos)
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Regras do Amor [Jack and Jill vs. the World , EUA/Canadá, 2008]
Na minha adolescência, Freddie Prinze Jr era 'o cara'. Era com ele que eu e minha melhor amiga sonhávamos, era ele o modelo de garoto perfeito. Bem, o tempo passou pra gente e pra ele tbém. Não rola mais comédias românticas estudantis, já que, bem, não dá pra disfarçar os 33 anos. Mas, pra mim ele continua lindinho. Só que nesse filme, a coisa foi bem chatinha. Primeiro a história do cara solteiro convicto que do nada conhece uma garota que tentava ser modelo e não tinha lugar pra ficar, então, ele resolveu convidá-la pra passar um tempo na casa dele, sem conhecê-la nem nada e claro, com a regra de 'não ficarem', que claro, dura mt pouco. Aí o filme sem ritmo, a atriz mt feia e ruim com uma história dramática no meio, Fpz fumando sem parar (que pena) e nada, absolutamente nada, de sentimento. Só um filme mt do chato, parado e cuja motivação pra ir até o fim foi o Freddie Prinze Jr. Meu eterno galã...

Com: Freddie Prinze Jr, Taryn Manning
Direção:
Vanessa Parise
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Jogos do Poder [Charlie Wilson's War, EUA, 2007]
Sério, é difícil falar desse filme que reúne justamente meus dois atores favoritos: Julia Roberts e Tom Hanks. Eu mal consegui entender a história, só sei que é baseada em fatos reais. Parece que o tal Charlie Wilson do título não era só um congressita do governo americano, mas os contatos dele e sua influência eram tão poderosos, que o cara sozinho conseguiu armar uma guerra que acabou na derrota da antiga União Soviética, sendo que, ninguém nem sabia que os Estados Unidos tavam metidos nisso. Ele contou com a ajuda principalmente, de um espião da CIA muito mau humorado e de uma socialite do Texas cheia da grana e contatos. E pronto, foi o máximo que consegui captar e entender, nem sei se foi isso mesmo. Mas, tirando essa parte, fiquei decepcionada de ver Tom e Julia juntos, mas em cenas nada interessantes. Talvez seus personagens não tenham ajudado e nem a peruca loira dela. Mas, não sei se é 'papo de fã', mas eu gostei das atuações, principalmente de Hanks.

Com: Tom Hanks, Julia Roberts, Philip Seymor Hoffman, Amy Adams
Direção:
Mike Nichols (A primeira noite de um homem, Closer - Perto demais)
P.S. baseado em livro de George Crile. Recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante (Philip Seymour Hoffman) e cinco indicações ao Globo de Ouro, de Melhor Filme - Comédia/Musical, Melhor Ator - Comédia/Musical (Tom Hanks), Melhor Ator Coadjuvante (Philip Seymour Hoffman), Melhor Atriz Coadjuvante (Julia Roberts) e Melhor Roteiro.
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Traídos pelo Destino [Reservation Road, EUA, 2007]
O cara se distraiu mexendo no rádio do carro e acabou causando uma tragédia: matou uma criança na beira da estrada. Isso destruiu a família da criança morta, o pai dele ficou mais interessado em caçar o responsável e fazer a justiça com as próprias mãos. Enquanto isso, a culpa tomava conta da vida do que atropelou o menino e fugiu por medo. Ele até tenta esquecer, mas é difícil e pra piorar, ele descobre que a família do garoto que ele atropelou é vizinha de bairro, e até tem contato com sua ex-mulher! Aí é sacanagem, e só piora, já que o pai do garoto procura um advogado pra procurar o culpado e ops, quem é o advogado?? Sim, é o culpado em pessoa! Sei que essas coisas só acontecem em filmes, mas é bem intenso esse e é interessante ver os dois lados da história: o obcecado por justiça e o outro, envolto em sua culpa. Além disso, tem duas grandes atuações do ex-ator Joaquim Phoenix e de Mark Rufallo.

Com: Joaquim Phoenix, Mark Ruffalo, Jennifer Connely, Elle Fanning, Mira Sorvino
Direção:
Terry George (Hotel Ruanda)
P.S. baseado em livro de John Burnham Schwartz, "Reservation Road".
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Atraídos pelo Destino [It Could Happen to You, EUA, 1994]
Nem sabia da existência desse filme! E é mt bacana. Nicolas Cage é um bom policial que ganha na loteria e enquanto a mulher dele se deslumbra, ele prefere ajudar os outros e cumprir uma promessa: num dia que estava mal, uma garçonete lhe apoiou e ele prometeu que se ganhasse na loteria, daria a metade pra ela e fez isso. Enquanto a esposa dele virara perua e se mostrava não mt boa pra ele, o cara ia conhecendo melhor a simples garçonete que tinha os mesmo ideias dele e tal, e sempre eram perseguidos por paparazis, essas coisas. O legal que o fato do casamento dele ir mal não fez ele cair nos braços da garçonete, só depois... Enfim, um filme simples mas que eu gostei, mt bacana.

Com: Nicolas Cage, Bridget Fonda, Rosie Perez, Isaac Hayes
Direção:
Andrew Bergman (Striptease)
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Lua-de-mel a Três [Honeymoon in Vegas, EUA, 1992]
Mais uma vez, Nicolas Cage. E num outro filme que eu nem tinha conhecimento. E olha que tem James Caan e Sarah Jessica Parker com cabelos horrorosos! Na história, ele enrolava tanto pra casar com a namorada que resolveram ir pra Las Vegas resolver isso. Só que a moça acabou atraindo os olhares do mafioso (Caan) que trapaceou num jogo e convenceu Cage a apostar grana alta. Quando este perdeu, sua alternativa foi 'emprestar' a noiva no fim de semana pro mafioso poder relembrar os tempos com a falecida mulher (que parecia com ela). Claro que a moça fica uma fera, e Cage fica perdido quando vê que os planos de fim de semana do mafioso estão se alargando demais... Daí, agora ele tem que correr atrás do prejuízo e tentar recuperar a garota da sua vida antes que o mafioso, a conquiste de vez. É mt engraçado, tem muito Elvis Presley (Cage é super fã) e enfim, é mt bacana!

Com: Nicolas Cage, Sarah Jessica Parker, James Caan
Direção:
Andrew Bergman (Striptease)
P.S. recebeu duas indicações ao Globo de Ouro: Melhor Filme - Comédia/Musical e Melhor Ator - Comédia/Musical (Nicolas Cage).

domingo, 21 de junho de 2009

| O Que Eu Vi | Abril

Mês ralinho de filmes, porém, todos inéditos (a não ser uma reprise de 'Orgulho e Preconceito', mas já falei sobre o filme antes). Nenhum graaaande filme, mas algumas surpresas agradáveis. Fiquei com muita vontade de dançar, tive dor no estômago de agonia, me emocionei e ri bastante. Vários sentimentos resumidos no O Que Eu Vi de Abril. Um tantinho atrasado, mas chegou.

Hairspray - Em busca de um sonho [Hairspray, EUA, 2007]

Eu que nunca fui lá mt fã de musicais tenho me surpreendido cada vez mais por gostar de musicais! E esse não foi diferente e ainda provoca em mim um desejo enorme de procurar uma escola de dança e me tornar estrela na Broadway! kkk... Sério! Vai dizer que depois de ver Nikki Blonsky dançando daquele jeito vc tbém não ficou com vontade de dançar? As músicas super contagiantes por vezes suspendiam os textos, mas geralmente só eram 'simples' músicas em cena. Na história, a gordinha (bondade minha...) Tracy adora assistir aqueles programas de musicais típico dos anos 60 e tem como grande sonho dançar em um deles, principalmente porque lá está Link (confesso que Efron arrebenta na dança!), o cara por quem ela é apaixonada mas que nunca a notou. Tracy é sacaneada na escola, mas não sei deixa levar e vai contra regras, fazendo amizade com os negros que eram os excluídos da sociedade. Mas é com eles que seus passos de dança melhoram e ela acaba chamando a atenção de Link, que a leva para o programa e a gordinha arrebenta na tv, pra alegria de sua então reservada mãe, nada menos que John Travolta (fantástico)! E por aí se segue a história não só da garota que quer mostrar seu valor ou conquistar o garoto dos sonhos, mas da menina que quer quebrar o preconceito (ou parte dele, pelo menos). Sério, um filme que todo mundo que odeia musicais vai gostar, e em especial aquela música do final do filme! Nossa, demais! Mt bom mesmo!!!

Direção: Adam Shankman (Um Amor para Recordar, A Casa Caiu)
Com: Nikki Blonsky, John Travolta, Michelle Pfeiffer, Queen Latifah, Zac Efron, Christopher Walken, James Marsden, Brittany Snow, Amanda Bynes, Elijah Kelley.







P.S. recebeu 3 indicações ao Globo de Ouro: Melhor Filme de Comédia/Musical, Melhor Atriz e Melhor Ator Coadjuvante. P.S. 2 baseado em roteiro de John Waters e em peça teatral de Mark O'Donnell.
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As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian [The Chronicles of Narnia: Prince Caspian, 2008]

Outro filme que eu enrolei pra ver, porque é mt grande! O primeiro eu gostei, legalzinha a historinha apesar de infantil demais, mas esse prometia, não só pelo lindo Príncipe Caspian, mas pelos personagens estarem um pouco mais velhos, quem sabe a ação não seria melhor? Até que foi, porém, mais uma vez o filme foi sem sal. Acho que até pior que o primeiro, os personagens são meras pessoas falando seus textos e claro, fazendo caras e bocas, mexendo sombrancelhas. Nem o belo Príncipe Caspian salvou o filme, que apesar dos pesares, dá pra ver até o fim sem dormir (bela fotografia, trilha sonora), mas que faltou alguma coisa. Esqueceram de algo, não sei de quê. Na história, um ano depois de saírem da terra mágica de Nárnia, Peter, Susan (podia ter sido melhor aproveitada), Edmund (esse menino tá ficando bonitinho) e Lucy (talvez a única que tem mais esforço em atuar) retornam ao lugar, mas tudo mudou. Se pra eles um ano se foi, lá passaram 1300 anos!! Eles encontram ruínas, narnianos mais selvagens e uma raça de humanos, os telmarinos, que querem a terra só pra eles. O Príncipe Caspian (Ben Barnes provando... que tem um rostou bonito. só) tem de fugir do castelo porque seu ganancioso tio pretende roubar o trono, e pra se proteger, o rapaz vai ficar do lado dos narnianos, centauros e mais quem quiser se unir pra destruir os maus. Caspian tem rixas com Peter e seu enorme ego, que toma cada decisão que credo, sai da reta! Ainda rola uma paquera lá, mas o lance mesmo é guerrear e se no primeiro filme eles pouparam as crianças, nesse até que foram mais além e até Lucy pôde usar seu punhal. O Leão Aslan tbém reapareceu e show de bola, mt realista. Enfim, um filme que se vc não tiver visto o primeiro, não vai entender bolhufas e vale assistir até o fim, porque toca uma música linda no final. E não, não tocou "This is home" do Switchfoot. Porque é trilha sonora oficial mas nunca tocam no filme?! Dá uma raiva.

Direção: Andrew Adamson
Com: Ben Barnes, Georgie Henley, Skandar Keynes, William Moseley, Anna Popplewell, Sergio Castellitto, Liam Neeson.
P.S. baseado em livros de C.S. Lewis
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Antes de Partir [The Bucket List, EUA, 2007]

Dois homens diferentes, já na meia idade e que se conhecem enquanto estão em tratamento de um câncer e descobrem juntos o péssimo diagnóstico: morte. Depressivo? Chato? Choradeira? Que nada! Me surpreende que Jack Nicholson não tenha conseguido pelo menos uma indicação a algum prêmio por esse personagem, porque é de uma sensibilidade que nossa, torna aquela triste situação médica dos dois em algo que dá pra se assistir. Morgan Freeman está bem ao lado de Nicholson no tal hospital e enquanto ele é pobre, o outro é cheio de grana e se acha dono de tudo até ver que não pode se curar de um câncer. Ao verem que passar o resto de seus dias em tratamento só trará mais sofrimento a eles e a família, Jack N. sugere que eles cumpram todos os desejos da lista de Morgan F, tipo 'aquelas coisas que queria fazer antes de morrer' (the bucket list vem de 'a lista das botas', não fala que alguém que morre 'bateu as botas'? então). Aí os dois embarcam pra fazer coisas inimagináveis pra situação deles, desde pular de pára-quedas até rodar o mundo só pra jantar em Paris, ou algo assim. No meio de tudo isso eles falam sobre seus feitos, arrependimentos, suas famílias - ou a falta delas, e muitas outras coisas. Não é um filme triste e nem quer ser, só quer passar a mensagem de que nunca é tarde né, pra vc fazer o que deseja. Se dois caras à beira da morte podem, porque alguém cheio de saúde não poderia? Bem bonito, vale muuuito ver.

Direção: Rob Reiner (Conta Comigo, Harry e Sally: Feitos um Para o Outro)
Com: Jack Nicholson, Morgan Freeman, Sean Hayes, Beverly Todd, Alfonso Freeman.
P.S.
Alfonso Freeman, filho de Morgan Freeman, interpreta seu filho no filme.
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Cloverfield - Monstro [EUA, 2008]
Não é mesmo à toa que falaram que quando fosse assistir esse filme poderia dar enjoo ou tontura, sei lá! É uma confusão de imagens que se vc não concentra seu olhar, pronto, vc realmente fica tontinha! rsrs Mas foi isso que fez o filme ficar legal. Eu não gosto de filmes de monstro, mas como esse o foco era na correria e não no bicho em si, tive mais paciência pra ver. Uns amigos faziam festa de despedida pra um cara que ia pro Japão no dia seguinte e justo naquela noite um monstrengo, que ninguém sabe exatamente o que era, invade Nova York matando gente, espalhando pânico no pessoal. Como eles tavam gravando a festa, resolveram continuar a gravação e seguiram com a câmera de mão por todo o filme (que é bem curtinho, menos de 1h30). É um desespero total e vc vai junto né, porque dá toda uma realidade na cena a câmera de mão e tal. A gente segue a agonia de um grupo específico que claro, vai diminuindo a cada take até que... bem, a fita da câmera teve de acabar alguma hora. Apesar do embololô todo, é um filme bem legal, rápido e claro, dá um medo de ver quem será a próxima vítima mas não no estilo 'eu sei o que vcs fizeram no verão passado', 'pânico' e essa tosquices. Vale ver, mas pra quem tem estômago e cabeça boa. Quem tem labirintite, pede pro colega que viu te contar...

Direção: Matt Reeves
Com:
Lizzy Caplan, Jessica Lucas, T.J. Miller, Michael Stahl-David, Mike Vogel, Odette Yustman.
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Hancock [EUA, 2008]
Sem enrolações: na história Will Smith é um anti herói que banca super herói às vezes, geralmente de mau humor e bêbado, e causando muita destruição. Seus atos heróicos não são nada para a população, que começa a querer ele longe dalí, mas ele é tão ingorante que nem se importa. Até salvar a vida de um publicitário, que se oferece pra ser assessor, responsável por melhorar sua image perante todos. Meio sem vontade, Hancock aceita até ir (e ficar) na prisão, até quando todos precisarem dele novamente e claro, ele tem de se recuperar de seus problemas emocionais. No meio disso, ele ainda põe o olho na esposa do único 'amigo' dele, que na verdade se revela ser como ele e saber muito mais coisas que ele nem imagina. Sério. Podia ser legal a história do cara cheio de poderes sem jeito pra herói, podia sim. Mas tava tão chata aquela cara exagerada do Will Smith, akele lance de câmera se movimentando até naquelas cenas mais 'dramáticas'. Inclusive, que coisa mais chata nesse filme akeles momentos. E Charlize Theron? Ganhadora de Oscar se prestando a uma personagem tão ridícula?! É querer ser lembrada pela beleza, claro, porque ela tava bem bonita. Só isso. Nem Jason Bateman salvou esse filme de ser um dos mais chatos do Will Smith que lembro ter visto.

Direção: Peter Berg
Com: Will Smith, Charlize Theron, Jason Bateman.
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Licença para Casar [License to Wed, EUA, 2007]
Esse foi mais um daqueles filmes que após eu ver críticas super negativas, fiquei meio sem vontade de alugar e quando vi, até que foi bem legalzinho. Bobo muitas vezes, mas no geral, deu pra divertir e não desapontou. Kransinski é um fofo que fica noivo da Mandy Moore e lá vão eles marcar a data do casório na igreja do padre (eu acho que é padre), que é Robin Williams. Só que antes do 'sim', eles vão ter de passar por um pequeno curso para os casais organizado pela igreja. Parecia ser simples, o casal super apaixonado e se achando perfeitos, acabou quebrando a cara com as maluquices do padre que: causou discórdia entre eles, entre o noivo e a família da noiva e ainda quis ver os dotes para pais deles colocando dois bebês-robôs que davam até medo! Enfim, tudo o que o padre fez foi mostrar ao jovem casal que não é só de amor que vive um casamento né, é mais coisas e vc acaba enxergando os problemas na relação deles. Só que ele poderia simplesmente ter conversado com o casal, mas não, inventou um monte de tarefas doidas, aonde o pobre noivo foi quem mais sofreu! Com certeza Robin Williams deu todo o tom do filme, e Krasinski tbém (mt fofo, já disse?). É divertido, fofinho e super leve. Não espere uma obra cinematográfica nem grandes atuações, mas só um filme pra ver naquele dia que vc tá com preguiça de sair.

Direção: Ken Kwapis
Com: Mandy Moore, John Krasinski, Robin Williams, Eric Christian Olsen, Christine Taylor.
P.S.
se vc não percebeu, três pessoas do elenco do seriado "The Office" (do qual Krasinski faz parte) fizeram ponta no filme: a Angela, o Kevin e a Kelly.
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O Clube de Leitura de Jane Austen [The Jane Austen Book Club, EUA, 2007]
Já começo falando que se vc não conhece a obra de Jane Austen, assistir esse filme será meio que 'perda de tempo'. Eu que só li 'Orgulho e Preconceito', e vi 'Razão e Sensibilidade', tentei ao máximo me inteirar no filme, mas confesso que foi difícil. A escapatória é que Austen costumava escrever os mesmos tipos de personagens em histórias que podiam ser sofredoras, mas sempre terminavam felizes. Nesse filme, há um clube de leitura formado meio que ao acaso, que tem uma senhora mt jovial, uma jovem mt séria e casada e que tá de olho num aluno seu, uma recém divorciada, uma que se orgulha de ser solteira mas finge não se interessar por um rapaz mais jovem, que inclusive, integra o grupo mesmo sem nunca ter lido Jane Austen. Ah, e ainda tem a filha lésbica da recém divorciada. Enfim, essa galera toda quer se distrair e se reúnem pra discutir cada uma das obras da autora em questão, sendo que se vc perceber, cada história se assemelha em algum momento com a vida de uma daquelas pessoas ou acabam influenciando em suas escolhas. É tipo assim. O filme poderia ser chato, mas não consegue, ao contrário, passa uma delicadeza e leveza, que parece que vc faz mesmo parte de um clube do livro. Se vc gosta e conhece Jane Austen, é uma boa pedida! Um filme para os fãs.

Direção: Robin Swicord
Com: Kathy Baker, Maria Bello, Marc Blucas, Emily Blunt, Amy Brennemann, Hugh Dancy, Maggie Grace, Jimmy Smits.
P.S.
baseado em livro de Karen Joy Fowler. P.S. os livros de Jane Austen que o grupo analisa no filme são "Mansfield Park", "Emma", "A Abadia de Northanger", "Orgulho e Preconceito", "Razão e Sensibilidade" e "Persuasão".

terça-feira, 5 de maio de 2009

| O Que Eu Vi | Março

Um mês cheio de filmes inéditos pra mim pelo menos, alguns que eu enrolei pacas pra ver, outros que nem queria mas acabei vendo e gostando e dois filmes em especial que tem um mesmo atributo: dois filmes chatos assistidos numa mesma semana. As curiosidades: dois filmes chatos como eu já disse e dois musicais, quatro adaptações literárias e um filme com quatro estrelas de seriados, além de cinco indicados a Oscar. Ah, e quanta repetição! Eu hein. Confira O Que Eu Vi no Mês de MARÇO.

Treze Homens e um Novo Segredo [Ocean's Thirteen, EUA, 2007]
Se assistir a 12 homens tinha me deixado entediada, apesar do final surpreendente como sempre, esse 13 homens me deu um novo pique, que faltou no segundo. Tá a trama complicada e mirabolante ainda estava lá, mas o charme de todo o plano e sua execução nos faz pensar: porque a gente torce pelos bandidos? Porque a turma de Danny Ocean é de ladrões, não? Mas, what a hell... Esquecendo esses detalhes, desta vez a coisa ficou bem pessoal. Quando um dos seus está com problemas de saúde devido a um milionário (Al Pacino, mt bem) que tá com novo cassino e o enganou, Danny e Rusty (Clooney e Pitt impecáveis juntos! Amizade de fora da tela ajuda e muito) reúnem seus velhos companheiros pra aplicar mais um super golpe: roubar toda a grana possível do traíra lá, e ainda tirar dele outra coisa muito valiosa: sua reputação. O plano é inacreditável! Os caras querem manipular de tudo, desde as mesas de jogos no cassino, até um truque nos dados que serão utilizados e isso leva-os até a fabricação deles!!! É incrível como cada passo deles é devidamente organizado, quando a gente acha que eles vão se dar mal, pimba! Eles já tavam dois passos a frente! Adoro filmes de conspiração, armação, essas coisas. E esse não foi diferente, era tudo o que precisava depois do estranho segundo filme. Matt Damon continuou por trás, mas o pouco que precisou dele, conseguiu ser eficiente. Dá pra rir bastante, principalmente com o momento Oprah de Clooney e Pitt (!!) e dá pra matar as saudades de Bernie Mac, morto ano passado. Grande pedida, mas tem que prestar muuuita atenção pra entender. Vale ver!

Direção: Steven Soderbergh (Irresistível Paixão) Elenco: George Clooney, Brad Pitt, Matt Damon, Al Pacino, Andy Garcia, Elliott Gould, Don Cheadle, Casey Affleck, Scott Caan, Bernie Mac.
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Across The Universe [EUA, 2007]
Sabe que eu tinha uma preguiça de ver esse filme! Um filme cheio de músicas dos Beatles, algo que nunca fui mt fã. O lance é que eu não sabia o pano de fundo que toda a cantoria envolvia, então, agora que finalmente vi o filme, percebo que perdi mt tempo. A forma como as músicas, cada letra, se encaixou perfeitamente em cada situação e cena, o que geralmente foi usado pra substituir diálogos e as vozes muito bonitas dos atores (Evan Rachel Wood cantando "If I Fell" foi lindo), tudo ficou muito bem feito, mt certo. Parece que as músicas foram feitas sob medida! Tanto que os próprios nomes dos personagens (Jude, Lucy) foram escolhidos por que chega numa hora que há a música certa pra eles, isso foi mt maneiro! No filme, lá pelos anos 60, anos de guerra, dois jovens se apaixonam mas isso não parece ser o suficiente. Os conflitos entre eles, misturado ao do resto dos personagens (uma cantora que lembrou aquela Janes Joplin e o irmão da protagonista com medo de ir pra guerra) é tudo muito desenvolvido naquele cenário da época. O amor entre o casal é bem bonito, verdadeiro, mas a menina se envolve demais com os protestos que eram mania na época e ele não aceita dividí-la com o mundo e pronto, taí o conflito. Mas, diferente de outros filmes que enchem o saco batendo nisso, nesse não, acho que a música dá toda a leveza que o tema precisa. É um filme mt bonito, as músicas ficaram mt bem nas vozes dos atores e se encaixaram nas cenas, mt bem produzido, as cenas bem gravadas (destaque pra uma que o céu 'vira' uma piscina), os atores souberam dar sutileza aos personagens e tornar a história que poderia ser simplesmente mais uma história de amor, em um filme além. Mt bonito, todo mundo deveria parar pra conferir. De quebra, ainda teve Bono Vox dando uma de ator e cantando claro.

Direção:
Julie Taymor (Frida) Elenco: Evan Rachel Wood, Jim Sturgess, Joe Anderson, Dana Fuchs, Martin Luther.
P.S. recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Figurino; recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Filme de Comédia/Musical e uma indicação ao Grammy de Melhor Trilha Sonora de Cinema/TV/Mídia Visual. P.S. [2] realmente os personagens que parecem, são inspirados nos cantores Jimi Hendrix e Janis Joplin. Sabia! E as músicas foram quase todas gravadas ao vivo no set, sem dublagem.

* TRILHA SONORA * CD 1 e CD 2
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Quatro Amigas e um Jeans Viajante [The Sisterhood of the Traveling Pants, EUA, 2005]
Sucesso relativo lá fora, esse filme foi esquecido no Brasil. Nunca o vi em uma locadora! Daí passa na tv, que milagre, finalmente deu pra assistir o filme que reúne a 'Ugly Betty', uma 'Gilmore Girl' e uma das 'Gossip girl'. Um filme bobo, de história boba e bem fantasiosa, mas que dá pra engolir, e até repetir a dose, quem sabe. Como diz o título, são quatro amigas, bem diferentes que vão passar as férias separadas e num belo dia encontram uma calça que cabe nos largos quadris da Alexis Bledel, na perna fina da Blake Lively, na perna longa da Amber Tamblyn e na barriga de America Ferrera. É, a calça jeans (se fosse malha ou lycra, td bem) cabe em todas e por isso elas resolvem que ela deve viajar junto com cada uma aonde elas estiverem. Cada uma em um local diferente, com pessoas diferentes, vivem situações que vão do difícil ao 'felizes pra sempre', como deve ser um filme teen decente. O que estragou o longa foi justamente a péssima idéia de tentar dramatizar demais, coisa que pode funcionar no livro, mas no filme... Mas não é ruim, é legalzinho. Tanto que eu até topo ver o segundo. Que curiosamente apareceu numa locadora aki perto.

Direção: Ken Kwapis (Licença pra casar) Elenco: Alexis Bledel, Blake Lively, America Ferrera, Amber Tamblyn.
P.S. Ernie Lively e Blake Lively, que interpretam pai e filha no filme, também o são na vida real.

* TRILHA SONORA * * LIVRO * A Irmandade das Calças Viajantes
Senha: comunidade soundtrack movie de a - z
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Jumper [EUA, 2008]
Vixi. Se eu soubesse da capacidade desse diretor de acabar com uma história que até poderia ser interessante não teria parado pra ver. Se eu acreditasse nos meus 'instintos' que acham que Hayden Christensen é só uma 'carinha bonita'(não o acho nem bonito), não teria perdido tanto tempo. Mas, o lance é que eu perdi quase duas horas vendo isso. O Hayden era adolescente quando descobriu que podia se teletransportar por aí e aproveitou pra deixar o pai chato de lado, roubar um banco e passar a vida pulando de país em país, com direito a lanchinho no topo das pirâmides do Egito. Até que ele começa a ser perseguido pelo Samuel L. Jackson, e até agora eu não entendi bem o porquê dessa perseguição. O fato é que no meio disso, o rapaz ainda tira tempo pra dar uns pegas na coleguinha de infância, sem contar seu segredo, e ainda conhece um outro 'jumper'. Ah, e sem contar o lance da mãe dele no meio da história. Enfim, esse filme é sem pé nem cabeça. As histórias são desamarradas, sem nexo, e só os efeitos que talvez salvam esse filme da desgraça total. Por que se fôr tentar achar uma atuação que preste, putz, seria mt milagre! Nada mais engraçado do que aquela cara de nada do Hayden Christensen e Samuel L. Jackson como um vilão sem propósito!! Aff. Téééédio.

Direção: Doug Liman (A Identidade Bourne, Sr. & Sra. Smith) Elenco: Hayden Christensen, Samuel L. Jackson, Diane Lane, Jamie Bell, Rachel Bilson.
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Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet [Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street, EUA, 2007]
Que filme mais louco! E nojento, claro, detesto sangue. Mas a minha motivação pra ver esse filme é que apesar disso tudo, ele é mt bom. Apesar da cantoria, ele é realmente um bom filme. Só não tenho certeza se cantar é o forte de Jonnhy Depp, mas o personagem e a forma de interpretar única dele, dá todo o charme do filme. Claro que a Sra. Burton tbém é um show a parte, misturando insanidade, amor, estranheza, tudo. As canções na verdade eram os diálogos 'cantados', mostrando a história de um barbeiro que teve a liberdade roubada por um juiz que desejava sua esposa. Se antes sua vida era colorida, agora o ódio e desejo de vingança o consome e de volta a Londres, tá doido pra encontrar seu rival, mas antes conhece a Sra. Lovett, que faz as piores tortas da cidade e o ajuda com seus planos, não escondendo os sentimentos que tem por ele. Juntos, formam uma dupla imbatível: ele usa suas habilidades de barbeiro pra cortar a garganta de seus clientes e ela usa sua loja de tortas, tendo carne humana como igrediente principal de suas receitas. Malucos é pouco. Mas vale conferir esse filme, principalmente por ele ter dado o primeiro prêmio a Depp. Merecidamente.

Direção: Tim Burton (Edward Mãos de Tesoura, Batman - O Retorno) Elenco: Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Alan Rickman, Timothy Spall, Sacha Baron Cohen, Jamie Campbell Bower, Jayne Wisener.
P.S. ganhou o Oscar de Melhor Direção de Arte, além de ser indicado nas categorias de Melhor Ator (Johnny Depp) e Melhor Figurino; Ganhou 2 Globos de Ouro, nas categorias de Melhor Filme de Comédia/Musical e Melhor Ator de Comédia/Musical (Johnny Depp). Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Atriz de Comédia/Musical (Helena Bonham Carter). P.S. [2] a peça "Sweeney Todd" foi criada em 1973 por Christopher Bond. Em 79, ela foi adaptada para um musical da Broadway por Stephen Sondheim e Hugh Wheeler.

* TRILHA SONORA *
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Desejo e Reparação [Atonement, França/Reino Unido, 2007]
Eu tinha certeza que era uma história da Jane Austen, confundi mesmo. Ainda bem que não, senão seria o primeiro filme baseado numa obra dela que eu não gostaria. Não que o filme seja o pior dos piores, mas a história, pow, é triste demais e dá vontade de esganar aquela pirralha. É daqueles filmes que vc pára pra pensar: as aparências enganam e o que seus olhos vêem pode não ser a verdade absoluta. Graças a irmã mais nova, a moça não pôde ficar com seu amado jardineiro, porque a garota, baseada numa série de enganos e imaginação fértil, acusou o rapaz de estuprar uma hóspede de sua casa. O pior é que eu tenho certeza que ela fez aquilo tudo por ciúme, porque ela uma mimada chata apaixonadinha pelo jardineiro mais velho que só tinha olhos pra irmã. Enfim, os anos passam e a gente vai vendo as consequências dessa mentira cruel da garota. Cara, que vontade de esganar ela!

Direção: Joe Wright (Orgulho e Preconceito) Elenco: Keira Knightley, James McAvoy, Saoirse Ronan
P.S. ganhou o Oscar de Melhor Trilha Sonora, além de ser indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz Coadjuvante (Saoirse Ronan), Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino e Melhor Roteiro Adaptado.

* TRILHA SONORA * * LIVRO *
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Scoop - O Grande Furo [Scoop, Estados Unidos/Inglaterra, 2006]
Meu primeiro filme do Woody Allen. Ou segundo, considerando que vi um pouco dele há alguns meses e agora vi o resto. Algumas resenhas por aí reclamaram tanto desse filme, será que só fui eu que gostei? Não, minha mãe tbém. Apesar da Scarlet não me convencer como atriz nem aqui nem na China, Woody Allen conseguiu fazer o filme virar alguma coisa boa. Na história, ele é um mágico esquisitão que conhece uma jornalista recém formada e os dois são surpreendidos pelo fantasma de um repórter que diz saber quem é um assassino procurado pela polícia, e indica um ricaço bonitão como o autor dos crimes. Obstinada, a jovem se infiltra e consegue se aproximar do galã e claro, cai na lábia dele, deixando o velho mágico preocupado, enquanto investigam se o bonitão é bad ou good guy. Hugh Jackman vilão? Quem aposta mais, quem aposta menos? Sugiro que veja o filme, e se surpreenda.

Direção: Woody Allen (Vicky Cristina Barcelona, Melinda & Melinda) Elenco: Scarlett Johansson, Woody Allen, Hugh Jackman.
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Na Natureza Selvagem [Into The Wild, EUA, 2007]
Eu dei uma chance ao filme, eu parei quase duas horas e o que é? Chato demais. A história é interessante, mas a forma lenta e extremamente cansativa como ela é contada é entediante. Na história, um rapaz que acabou de se formar, não sabia o que fazer da vida, tinha uma família monótona cujos pais viviam por aparência, não tinha mt grana, mas o bastante pra comprar um carro novo. Daí, do nada o rapaz resolve largar aquilo tudo, queimar seu dinheiro (e a crise que se dane) e partir sem rumo, pé na estrada, pedindo carona, em busca da liberdade. Isso pra ele é viver sem teto, sem comida, sem ninguém por perto, sem grana, sem nada. Livre na natureza selvagem, como ele disse. No meio do caminho, ele topa com vários tipos de pessoas dentre elas um casal hippie, uma garota que quer se apaixonar e um velho que se reservou após a morte da mulher (talvez a grande atuação do filme). Cada um vai ensinando aos poucos pro rapaz que de nada adianta ter a tal 'liberdade' se vc não tem ninguém pra compartilhar nada. O filme é dividido entre as anotações dele narradas e a irmã contando as coisas do lado da família. Quando o cara resolveu voltar pra casa, já não podia mais, ele acabou 'preso' na natureza selvagem, doente e sozinho acabou morrendo aos 23 anos. Ir pra um local daqueles, selvagem, perigoso querendo liberdade? cada um com suas manias, pena que essa custou a vida do rapaz e pena, que é uma história real. Pena mais ainda que não foi mostrada no cinema de uma forma melhor.

Direção: Sean Penn Elenco: Emile Hirsch, Catherine Keener, Marcia Gay Harden, William Hurt, Jena Malone, Kristen Stewart, Hal Holbrook, Vince Vaughn.
P.S. recebeu 2 indicações ao Oscar, nas categorias de Melhor Ator Coadjuvante (Hal Holbrook) e Melhor Edição; ganhou o Globo de Ouro de Melhor Canção Original ("Guaranteed").

* TRILHA SONORA *
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O Amor nos tempos do cólera [Love in the Time of Cholera, EUA, 2007]
Enfado, fastio, chateação, aborrecimento, enjoado. Mesmas palavras pra só um significado: téééédio. E eu pensei que Javier Bardem ia salvar, que nada! Ele já não é aquela coisa que se diga 'nossa, como é bonito', mas dá pro gasto. Mas não desta vez (nem em onde os fracos não tem vez tbém. rs). Como uma história assim: um cara se apaixona por uma moça, mas o pai não aprova o casamento e os afasta, mas como ele prometeu amor eterno, cumpre o que diz. Enquanto passam vários e vários anos, a mulher casa e tem filhos, o cara continua a espera dela, transando o escambal só por transar, mas sempre à espera da amada, que nem liga pra ele. E olha que ele espera por ela muitos, muitos e muuuuitos anos. Incansavelmente, mesmo longe, seu coração era dela, afina de contas, ele prometeu. Uma história basicamente interessante, que tinha tudo pra dar um filme no mínimo, interessante, mas que virou uma coisa chata, cansativa e até pejorativa. Uma pena. Fora que a amada do homem nem convenceu, parecia mais uma indecisa da vida. Até escrever sobre esse filme me enjoa.

Direção: Mike Newell (Quatro casamentos e um funeral, O sorriso de Mona Lisa) Elenco: Javier Bardem, Benjamin Bratt, Giovanna Mezzogiorno, Fernanda Montenegro, John Leguizamo, Hector Elizondo, Liev Schreiber.
P.S. recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original ("Despedida").P.S. [2] baseado no livro de Gabriel Garcia Márquez.

* TRILHA SONORA * * LIVRO *
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Uma Linda Mulher [Pretty Woman, EUA, 1990]
Hum... bons tempos! Ai, esse filme é mais um daqueles que te faz se perguntar o que houve com essas comédias românticas de hoje. Histórias bobas com atuações caricatas e finais ridiculamente previsíveis. Assim foram os filmes do gênero mais recentes que eu vi. Não que esse filme não tenha final clichê, mas sabe quando mesmo um final esperado te faz suspirar? Isso que tá faltando meu povo! Sentimento dos atores! Agora é só money, money! Só nos resta nos contentar em assistir as reprises, principalmente desse filme. Julia Roberts linda (nem ligo pro bocão e cabelos enlouquecidos) e Richard Gere super galã (a cara dele tá flácida demais hj) formam um dos melhores casais das telonas. Ele é um empresário que só é trabalho e um dia topa com ela, a prostituta. Como uma daquelas coisas que só acontecem em filmes, ele oferece grana pra ela ser sua acompanhante por uma semana, inicialmente sem nada rolar entre eles. Apesar do jeitão dela, e do dele tbém, as diferenças entre eles não atrapalham a aproximação. Ah, e o que dizer quando toca aquela música 'really woman, walking ont eh street, really woman', eu adoro!!!! Pow, pior foi ouvir Roxette! Caraca, adoro essa música! Mt lindo o filme, adorei, amei e queria mt ver de novo filmes tão bons quanto esse!

Direção: Garry Marshall (O Diário da Princesa, Noiva em fuga) Elenco: Richard Gere, Julia Roberts, Jason Alexander, Hector Elizondo.
P.S. recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz (Julia Roberts); Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Comédia/Musical (Julia Roberts), além de ter recebido indicações em outras 3 categorias: Melhor Filme de Comédia/Musical, Melhor Ator de Comédia/Musical (Richard Gere) e Melhor Ator Coadjuvante (Hector Elizondo).

* TRILHA SONORA *